Após liminar, fila de navios no porto de Suape diminui

O número de navios que aguardavam para atracar no porto de Suape, em Pernambuco, caiu de 12 na última quarta (25) para quatro neste domingo, após a liminar concedida pela Justiça Federal na última quinta-feira (26). A medida determinou a atracação dos navios fundeados, mesmo sem o certificado de livre prática - concedido pela Anvisa e necessário para o embarque e desembarque de mercadorias nos portos - cuja emissão está prejudicada por conta da greve dos servidores.

ÂNGELA LACERDA, Agencia Estado

30 de julho de 2012 | 17h29

Os navios que ainda aguardavam estavam à espera da liberação do cais por outras embarcações e não pela falta do certificado. "A paralisação da Anvisa quebrou a rotatividade do porto, que precisa de alguns dias para se normalizar", explicou o presidente do Sindicato das Agências de Navegação do Estado de Pernambuco (Sindanpe), Ricardo Luiz Von Sohsten.

Segundo ele, "com a decisão judicial, não houve maiores prejuízos ou ameaça de desabastecimento", pois os navios - alguns carregados com trigo e combustível - levaram no máximo dois dias para atracar. "Não comprometeu", observou, ao lembrar que o custo médio por dia fundeado (estacionado) representou prejuízo de cerca de U$ 25 mil dólares por embarcação.

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