Após pacote chinês, Bolsas asiáticas abrem em alta

Indicador Nikkei, de Tóquio, ganhava +3,97% nos primeiros minutos do pregão; Seul subia +1,57%

Agências internacionais,

10 de novembro de 2008 | 00h11

 Após a China anunciar um pacote de 4 trilhões de iuanes (586 bilhões de dólares) até 2010 para impulsionar a demanda doméstica, as bolsas asiáticas abriram o pregão desta segunda-feira, 10, em alta.  Veja também:Presidente da China diz que pretende cooperar com ObamaSaiba os assuntos que serão discutidos no G-20 De olho nos sintomas da crise econômica  Lições de 29Como o mundo reage à crise  Entenda a disparada do dólar e seus efeitosEspecialistas dão dicas de como agir no meio da crise Dicionário da crise  No Japão, o índice Nikkei da Bolsa de Tóquio subia 340,96 pontos (3,97%), aos 8.923,96. O segundo indicador, o Topix, que reúne todos os valores da primeira seção, aumentava 35,44 pontos (4,03%), para 914,44.  No mercado de divisas, o dólar abriu negociado a 98,97 ienes, frente aos 97,58 ienes do fechamento da sexta-feira. Já o euro era cotado no mercado de divisas de Tóquio ao câmbio de 126,90 ienes, frente aos 124,67 ienes do fechamento da última sessão. Com o dólar, o euro era negociado a US$ 1,2818, frente a US$ 1,2776 da sexta-feira pela tarde. O indicador Kospi da Bolsa de Valores de Seul aumentava 17,77 pontos (1,57%), aos 1.152,26. O índice de valores tecnológicos Kosdaq subia 7,10 pontos (2,18%), para 332,64. Em Hong Kong, o índice Hang Seng abriu em alta de 789,75 pontos (5,54%), aos 15.033,18. O índice Straits Times, de Cingapura, subia 41,15 pontos (2,21%), aos 1.904,64. O índice KLCI da Bolsa de Valores de Kuala Lumpur aumentava 7,72 pontos (0,86%) na abertura, para 901,67. E o indicador composto PSEI da Bolsa de Valores de Manila, nas Filipinas, abriu em alta de 26,24 pontos (1,37 %), aos 1.947,58. Em Bangcoc, o índice SET ganhava 6,96 pontos (1,50%), aos 470,77. Enquanto isso, o seletivo JKSE da Bolsa de Valores de Jacarta caía 26,29 pontos (1,93%), para 1.364,65.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.