Apostar em lojas populares

1.Nova frente. Apesar do êxito da Kopenhagen nas classes A e B, o Grupo CRM achou que havia espaço no mercado para uma segunda marca, de preços mais baixos.

O Estado de S.Paulo

17 de dezembro de 2012 | 02h06

2.

Relacionamento com o cliente. Segundo a companhia, a Chocolates Brasil pode ser uma forma de iniciar um relacionamento com o cliente que nunca antes havia pensado em entrar em uma chocolateria. O primeiro passo é "roubar" parte do consumo do produto dos supermercados.

3. Potencial de crescimento. Com 300 lojas, a Kopenhagen, em razão dos preços praticados, não pode mais crescer tão rapidamente. Já as possibilidades da Chocolates Brasil são evidenciadas pela concorrência: a Cacau Show já tem mais de 1,2 mil pontos de venda.

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