Apostar em novas fábricas

1. Escolha. As cooperativas que antes dependiam basicamente de commodities ganham uma nova forma de escoar a produção de grãos. Assim, se os preços internacionais caírem, uma fatia maior dos produtos pode ser destinada à industrialização e venda no mercado interno.

O Estado de S.Paulo

23 de abril de 2012 | 03h06

2.

Sobrevivência. No caso das cooperativas de leite e proteína animal (suínos e frango), a industrialização não é apenas opção. O consumidor brasileiro exige cada vez mais produtos de preparo fácil. O mercado externo de carcaças (animais inteiros congelados) encolheu.

3. Criação de marca. Com a presença nas gôndolas, as cooperativas têm a chance de se tornar marcas conhecidas. Entre as mais avançadas no processo estão Itambé e Aurora.

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