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Argentina atende exigências do FMI

A ordem do presidente Eduardo Duhalde ao ministro de Economia, Roberto Lavagna, de ceder e atender as exigências do Fundo Monetário Internacional (FMI) foi atendida e o ministro aceitou aumentar o superávit fiscal primário de 2,2% do PIB, em 2003, para 2,5%. Lavagna também se comprometeu com o aumento emergencial das tarifas públicas a partir deste mês e renegociar os contratos, no próximo ano, para melhorar a situação financeira das empresas privatizadas. Diante do recuo do governo, a equipe econômica está confiante que o acordo com o FMI, enfim, será fechado dentro de poucos dias, "a menos que surja uma nova exigência por parte do organismo, como tem ocorrido sempre que as negociações chegam na última etapa", como disse uma alta fonte do ministério de Economia à Agência Estado.A fonte disse que existe um temor no governo de que o FMI "tire a trave do lugar para evitar o gol", novamente, e citou os pontos que ainda podem ser usados pelo FMI "para criar problemas". A falta de consenso político e de medidas concretas para freiar os amparos judiciais que permitem os grandes saques do "corralito" são assuntos que ainda não estão resolvidos entre o governo e o FMI, o que ainda poderia gerar atritos entre as partes.As tarifas que podem ser reajustadas por decreto, como de água e pedágio, serão aumentandas nos próximos dias. As demais passarão por audiências públicas para serem reajustadas. Já em relação ao ajuste fiscal, o governo cortará do orçamento de 2003, 3,5 bilhões de pesos, e eliminará insenções de impostos e incentivos fiscais, o que representará 2 bilhões de pesos a mais para o caixa do Tesouro. O FMI quer um superávit primário de 13,3 bilhões de pesos.

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