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Argentina cresce e duplica os pagamentos de dívida em bônus

Títulos foram emitidos na troca de bônus de 2005, utilizada para escapar da moratória de US$ 102 bi de 2001

EFE

24 de novembro de 2007 | 01h18

A Argentina pagará cerca de US$ 2,5 bilhões por vencimentos de bônus com renda adicional pelo aumento de seu Produto Interno Bruto (PIB), duplicando o valor pago em 2006, informaram neste sábado fontes oficiais. O "excesso de crescimento econômico" marca o contraste com o valor de US$ 1,242 bilhão que o país pagou no fim do ano passado para cancelar os vencimentos desses bônus, disse o Ministério da Economia em comunicado. Os títulos foram emitidos em pesos, dólares, euros e ienes dentro da troca de bônus de junho de 2005. Foi assim que o país saiu da moratória de 2001, a maior da história financeira (US$ 102 bilhões).  O "bônus atado ao crescimento" gera uma renda adicional quando o PIB aumenta acima de um índice estabelecido nos contratos de refinanciamento de 2005. A economia argentina cresce a uma taxa média acima de 8% desde 2003. Entre 1998 e 2002, quando o país sofreu a pior recessão de sua história, o PIB caiu 20%. O Ministério da Economia informou que para cada US$ 100 de valor nominal do bônus vinculado ao PIB emitido em dólar o credor receberá US$ 1,32. Nos títulos em euro, cada 100 euros nominais passarão a valer 1,26 euro. A renda dos papéis em moeda argentina será de 1,38 peso por cada bônus de 100, e a dos emitidos em ienes será de 1,45 por 100.

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