Argentina deve ter deflação de 0,2% em maio

A preocupação pela variação negativa dos preços ao consumidor argentino, expressada pelo presidente do Banco Central, Alfonso Prat-Gay, e pelo economista chefe do FMI, Kenneth Rogoff, durante o seminário Jornadas Monetárias e Bancárias, na última segunda-feira, deverá ser confirmada hoje pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec). O índice que será divulgado nesta tarde deve indicar uma deflação de 0,2% em maio, segundo fontes do Ministério de Economia. Depois de uma inflação acumulada de 40,5% em 2002, a evolução do índice, desde o último trimestre do ano passado até o momento, tem contrariado projeções anteriores de que poderia haver uma hiperinflação. Ao contrário, em outubro e dezembro, por exemplo, os preços variaram somente 0,2%, enquanto que em novembro a alta foi de 0,5%. Em janeiro, a inflação foi de 1,3%; em fevereiro e março, o índice foi de 0,6% e em abril caiu a 0,1%. A trajetória descendente do índice de preços ao consumidor deverá ser confirmada hoje com um resultado negativo.

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