Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Argentina impõe barreiras contra importado chinês

O presidente Néstor Kirchner e seu ministro de Economia, Miguel Peirano, decidiram proteger a indústria nacional contra as importações de calçados, roupas, brinquedos, pneus, rodas, bicicletas, computadores, relógios e outros. Embora o foco seja a China, Kirchner não se limitará a barrar produtos chineses, já que as medidas que serão anunciadas hoje são de caráter burocrático e afetariam todas as importações de outras origens.A proteção terá oito medidas básicas, sendo que a primeira delas é a denominada licença não automática para material utilizado na indústria de calçados (capelada e peleteria de plástico e têxtil). As licenças não automáticas são as mesmas aplicadas atualmente para as geladeiras, máquina de lavar roupa e fogões e que prejudicam as exportações brasileiras desses eletrodomésticos.Também serão reforçadas as fiscalizações da alfândega para determinados bens. A determinação é de que todos os artigos provenientes da China e o resto da Ásia que representem risco para a saúde passem por um rigoroso controle. Nesse caso, os cremes, escovas e fios dentais e alimentos para animais terão que superar um controle duplo. Haverá aduanas especiais para vigiar a importação de bicicletas, produtos de informática, eletrônica, relógio, ferramentas, têxteis, calçados e brinquedos. As normas de segurança para a importação de pneus e rodas serão duplicadas.

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