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Argentina já quer crescer de 4% a 5% em 2004

Os economistas acreditam que o acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) dará condições ao Produto Interno Bruto (PIB) argentino de crescer entre 4% a 5% em 2004, o que colocaria o país entre os maiores crescimentos mundiais. Para a Fundação Capital, consultoria fundada pelo vice-chanceler Martín Redrado, o PIB crescerá entre 5,5% e 6% este ano e entre 4% e 5% no ano que vem. De acordo com o diretor executivo da Fundação Capital, o economista Carlos Pérez, "o acordo com o Fundo é mais importante pelo que se evita do que pelo que se gera, mas não resolverá todos os problema do país". O ex-vice-ministro de Economia, Orlando Ferreres é ainda mais otimista em relação ao PIB argentino, o qual poderia crescer até 6,8% em 2004. Porém, adverte que esse número "somente será possível se Kirchner tomar uma atitude mais pragmática para gerar um maior compromisso com as empresas".Um pouco mais modesta em suas projeções, a consultoria Ecolatina, criada pelo ministro Roberto Lavagna, estima que a economia crescerá entre 4% e 4,5% este ano, e os mesmos patamares em 2004. O analista da Argentine Research, Rafael Ber projeta um crescimento de 4% a 5% em 2004 e de entre 3% a 3,5% em 2005. Já o diretor da Maxinver, Eduardo Blasco,estima um PIB de 4% a 5% em 2005. Para o ano que vem, Blasco coincide com as projeções de Ber.

Agencia Estado,

12 de setembro de 2003 | 08h39

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