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Argentina preocupa e preço da soja sobe

As cotações da soja fecharam com alta na Bolsa de Chicago, mais uma vez sustentadas pelas preocupações em torno das condições de desenvolvimento da safra na Argentina. O plantio está atrasado no país e meteorologistas preveem um novo período de estiagem nas próximas duas semanas, o que deve agravar ainda mais o déficit hídrico em parte das áreas produtoras. O contrato março da oleaginosa subiu 1,26%, para US$ 13,27 por bushel.

Análise: Ana Conceição, O Estado de S.Paulo

21 de dezembro de 2010 | 00h00

A mesma preocupação envolve os participantes do mercado de milho em Chicago. E neste grão ainda há o temor de que os produtores dos EUA não aumentem de forma significativa o plantio da próxima safra, se os preços não se mantiverem remuneradores. Os estoques do país ao final do ciclo 2010/11 deverão ser os menores em 15 anos. Na bolsa, o contrato março subiu 0,50%, para US$ 5,9950 por bushel.

Na Bolsa de Nova York, os preços do açúcar subiram 1,42%, para 32,96 centavos de dólar por libra-peso, diante da perspectiva de um aperto maior na oferta da commodity no mercado internacional.

Clima desfavorável na Austrália e nos EUA, bem como preocupações de que a Índia autorize menos embarques que o previsto estão no foco da atenção dos investidores e empresas. No início de dezembro, o banco ABN Amro previu um déficit de quase três milhões de toneladas até o final da temporada 2010/11.

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