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Argentina reata com FMI e permite avaliação econômica

Governo argentino, que havia rompido com fundo em 2006, impõe que órgão não interfira nas políticas locais

GUSTAVO NICOLETTA, Agencia Estado

07 de outubro de 2009 | 14h17

A Argentina decidiu permitir que o Fundo Monetário Internacional (FMI) avalie a situação da economia do país, mas sob a condição de que o órgão não interfira nas políticas locais. "Seria uma avaliação, não uma auditoria", explicou o ministro da Economia da Argentina, Amado Boudou. "Seria uma troca de informações."

A Argentina havia rompido relações com o FMI em 2006, argumentando que as políticas recomendadas pela instituição em troca do suporte financeiro prejudicavam o crescimento econômico. Hoje, porém, o país tenta urgentemente garantir fontes de crédito soberano para combater os efeitos da crise mundial.

"A Argentina quer dar um fim ao passado lamentável em que o governo aceitava qualquer condição que lhe era imposta", disse Boudou ao retornar de uma reunião anual do FMI e do Banco Mundial, realizada em Istambul. O ministro disse que ainda não decidiu quando uma missão técnica do FMI poderá visitar a Argentina, nem especificou sob quais condições esta visita ocorreria. As informações são da Dow Jones.

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