Argentina tem novas regras para os endividados

As altas dívidas em dólares que não foram pesificadas deverão ser saldadas pelo dólar livre que ontem fechou em 1,75. Isto inclui os créditos hipotecários ou de pequenas e médias empresas acima de US$ 100 mil dólares, além das dívidas de mais de US$ 30 mil relativas à reformas ou ampliações de residências, as acima de US$ 15 mil relacionadas a prestações de automóveis e os créditos pessoais maiores que US$ 10 mil. A medida do Banco Central compensa os endividados com a redução da taxa de juros em pelo menos 33% e os prazos aumentam em até 30%.A equipe econômica continua trabalhando nas mudanças do "corralito" (curralzinho) e pensa em estabelecer novas exceções para saques em três diferentes situações: os desempregados que receberam indenização depositada em um banco; os aposentados que tiveram que esperar 12 meses de tramitação para começar a receber suas aposentadorias e, com isso, receberam um montante maior retroativo ao tempo de espera; e os casos graves de saúde. Estas exceções estão sendo elaboradas e deverão ser anunciadas em poucos dias, conforme fontes do Ministério de Economia.Leia o especial

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