Ações

Empresas de Eike disparam na bolsa após fim de recuperação judicial da OSX

Argentinos mantém bloqueio da Ponte da Fraternidade

Quarenta caminhões chilenos com pasta de celulose destinada a indústrias de papel do Brasil estão retidos em Puerto Iguazú, na Argentina, por causa do bloqueio da Ponte da Fraternidade (ex-Tancredo Neves), que liga esta cidade a Foz do Iguaçu. O bloqueio é feito por comerciantes e taxistas argentinos e dele participam também taxistas brasileiros.A previsão inicial era de que o bloqueio durasse até as 20 horas da segunda-feira, 4. Mas, o bloqueio vai demorar "tempo indeterminado", segundo o presidente da Câmara de Comércio de Puerto Iguazú, Arsênio Prituluk. Em entrevista a uma rádio de Posada, capital do departamento (estado) de Misiones, Prituluk afirmou: "a ponte está totalmente bloqueada, não passa nada". Ele justificou a continuidade do protesto afirmando que o governo do presidente Nestor Kirchner age somente quando é pressionado. "O governo gosta de piqueteiros", ironizou, referindo-se a uma classe social surgida nos últimos anos, a dos manifestantes profissionais.O bloqueio da ponte foi decidido após o governo recusar-se a abolir a taxa de saída cobrada de estrangeiros e reduzir os preços dos combustíveis vendidos a estrangeiros nos postos de fronteira, aumentados no mês passado. Taxistas reclamam da cobrança de uma taxa aduaneira.

Agencia Estado,

05 de setembro de 2006 | 18h04

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.