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Argentinos protestam em frente à embaixada do Brasil

Caminhoneiros reclamam de atraso salarial pelo grupo Ambev e anunciam greve

BBC

11 de julho de 2007 | 15h32

A sede da embaixada do Brasil em Buenos Aires foi cercada, nesta quarta-feira, 11, por dezenas de policiais que tentam evitar a aproximação de caminhoneiros argentinos. Eles protestam contra pagamentos atrasados da cervejaria Quilmes, que pertence ao grupo brasileiro Ambev. O líder do protesto dos caminhoneiros, Pablo Moyano, tentou montar na entrada da embaixada uma barraca de "ollas populares" (ou "panelas populares", para oferecer sopa aos manifestantes).A polícia reagiu com violência. Apesar do confronto, o protesto atraiu um número crescente de manifestantes. A tensão continuou com os caminhoneiros insistindo em tentar montar acampamento no local. Moyano anunciou para meia-noite desta quarta-feira uma greve geral do setor no país, afetando a distribuição não só de cervejas, mas de outras empresas de água e refrigerante.Este é o segundo protesto dos caminhoneiros na porta da embaixada brasileira este ano. A Quilmes alega que eles não têm pagamentos atrasados.O trânsito foi interrompido em frente à embaixada, na rua Cerrito, em frente à Avenida 9 de Julho, a principal via da capital argentina. Com os protestos, a região nobre de Buenos Aires - como a Avenida Alvear, onde estão as lojas e hotéis de luxo, e a Avenida Libertador - ficou congestionada.

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