Arrecadação bate recorde em outubro e chega a R$ 41 bi

A arrecadação total das Receitas Federal e Previdenciária atingiu em outubro R$ 41,783 bilhões. O resultado é 4,35% superior, em termos reais corrigidos pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ao registrado em outubro de 2004. Na comparação com setembro deste ano, o crescimento real foi de 9,16%. O resultado é recorde para o mês de outubro. Este foi o último mês em que a arrecadação foi divulgada pela Super Receita. Com a queda da MP 258, que criou o órgão, a arrecadação de novembro já deverá ser divulgada em separado pelas Receitas Previdenciária e Federal. Em outubro, a arrecadação previdenciária foi de R$ 9,322 bilhões, montante 5,11% superior em termos reais ao verificado em outubro de 2004. Na comparação com setembro deste ano, também em termos reais, houve queda de 2,91%. No ano, a arrecadação total da Receita Federal do Brasil atingiu R$ 387,535 bilhões, montante 5,54% superior, sempre em termos reais, ao verificado entre janeiro e outubro de 2004. No mesmo período, a Receita Previdenciária arrecadou R$ 90,199 bilhões, valor 22,97% maior do que o arrecadado em igual período do ano passado. Pessoa Jurídica puxa arrecadação A arrecadação do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) é a que apresenta maior crescimento no ano. De janeiro a outubro, o IRPJ cresceu, em termos reais, 21,96% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo R$ 43,299 bilhões. Outro tributo com forte desempenho nos dez primeiros meses do ano foi a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), que teve crescimento real de 20,65% na comparação com janeiro a outubro de 2004. "A arrecadação desses tributos vem crescendo ao longo do ano de forma consistente em decorrência, principalmente, do desempenho dos seguintes setores: combustíveis, telecomunicações, eletricidade, metalurgia básica e extração de minerais metálicos", diz a nota da Receita.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.