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Arrecadação do governo deve ter alta de 8% em agosto

Segundo projeções da FGV, crescimento real do recolhimento de tributos no mês deve ter alta maior do que o esperado

O Estado de S.Paulo

20 de setembro de 2017 | 07h36

A arrecadação do governo deve ter crescimento real em agosto, segundo projeções feitas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) a partir dos dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Ao se considerar apenas a arrecadação tributária de agosto diretamente pela Receita Federal, o crescimento real foi de 7,9% em relação ao mesmo mês do ano anterior. 

Para a arrecadação das receitas administradas, em 12 meses, levando em consideração o regime especial de regulação cambial e tributária (RERCT), foi constatado um crescimento de 2,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Se não houvesse o programa de repatriação de recursos, que gerou uma receita extra para o governo em 2016 de R$ 46,8 bilhões, e agora com a nova edição de modestos R$ 1,6 bilhão, ocorreria um tombo de 1,4% na arrecadação.

Pelo levantamento feito pelos econômistas José Roberto Afonso, Vilma da Conceição Pinto e José Ricardo Guimarães Júnior, o que puxou a arrecadação foram as receitas com a tributação sobre o lucro de instituições financeiras, fonte de receitas. 

Os economistas avaliam que, no longo prazo, é possível observar que a arrecadação está caminhando lentamente para o terreno positivo. "Contudo, o resultado de agosto serviu como um empurrão para uma saída mais rápida. E o resultado positivo do mês de agosto se deu em cima de uma base muito fragilizada e pode ser mais um reflexo de um pior desempenho no ano anterior que uma melhora consistente da arrecadação."

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