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Aspecto visual dá prioridade ao conceito

Visualmente, estandes são mais fiéis ao conceito dos empreendimentos do que às características físicas dos edifícios - a coincidência estética se dá principalmente quando a arquitetura do projeto serve como estratégia de marketing. "Eles têm de mostrar a ideia daquele produto. Em um edifício com imóveis compactos para um comprador jovem, ele vai ter visual mais moderno e tecnológico", diz o diretor de atendimento da Lopes, João Henrique.

O Estado de S.Paulo

13 de abril de 2014 | 02h15

A função dos pontos de venda, segundo o diretor de incorporação da Kallas, Thiago Kallas, é criar um encantamento capaz de aliviar a dureza do trabalho de engenharia. "Mas os materiais usados no estande têm de ser condizentes com o padrão do público-alvo: se forem sofisticados demais, pode não funcionar", diz.

Segundo ele, um showroom simples custa R$ 450 mil para ser erguido, mas pode chegar a valores muito altos se as maquetes forem elaboradas ou os decorados prezarem pelo luxo. "O investimento é grande, mas hoje não podemos deixar de fazer."

Muitos pontos de venda dão grande importância ao aspecto institucional dos negócios, diz a arquiteta Patrícia Anastassiadis. "Em especial nos lançamentos maiores, as pessoas querem saber quais são as companhias responsáveis." Outra regra nos estandes atuais são áreas voltadas à realização de eventos. As ações também são focadas no interesse do público-alvo.

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