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Associação quer linha do BNDES para transporte aéreo

A Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar) defendeu hoje que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) crie uma linha de crédito específica para financiar o transporte aéreo regional no País. Segundo o presidente da Abetar, Apostole Lázaro Chryssafidis, a reivindicação foi apresentada em reunião da entidade realizada com o secretário de Aviação Civil do Ministério da Defesa, Jorge Godinho Barreto, e com o diretor do Departamento de Políticas de Aviação Civil (Depac) do ministério, Fernando Antônio Ribeiro Soares.

ISABEL SOBRAL, Agencia Estado

13 de outubro de 2009 | 20h18

No encontro, os representantes do governo apresentaram o Plano de Estímulo e Fomento do Transporte Aéreo Regional que o ministro da Defesa, Nelson Jobim, quer implantar no País. "Estamos sendo chamados a investir nas ligações essenciais, que permitirão interligação de cidades médias e pequenas. Mas crédito e financiamento são fundamentais para isso", afirmou Chryssafidis. Outra reivindicação apresentada pelo setor é que seja criado um fundo de aval específico para cobrir as operações de crédito das empresas regionais.

Segundo o presidente da Abetar, a expectativa é de que, até o final do ano, o governo dê os primeiros passos para implantação do plano regional. A ideia do Ministério da Defesa é que o Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac) - composto por vários ministérios - defina as linhas de transporte regional que interligarão as cidades e os critérios para subvenção e exclusividade por um determinado período, para que as linhas sejam exploradas pelas empresas. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) é que deverá, posteriormente, realizar a licitação das linhas junto às empresas aéreas regionais interessadas em explorar o serviço.

A Abetar também cobrou mais investimentos em infraestrutura aeroportuária, principalmente nos aeroportos menores. "Infraestrutura e segurança são essenciais para o crescimento do setor e da aviação regional e são assuntos de competência exclusiva dos governos", comentou o presidente da entidade. A associação espera para a próxima semana uma resposta sobre os pedidos feitos hoje ao Ministério da Defesa.

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