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Atenção no câmbio para a liberação do "corralito"

A equipe econômica da Argentina passará a semana com um olho no Congresso para a votação das matérias que facilitariam as negociações com o FMI, e com o outro no mercado de câmbio. O ministro de Economia, Roberto Lavagna, afirma veementemente que a liberação do "corralito", exceto as aplicações em prazo fixo, será a partir da próxima segunda-feira e não pressionará o câmbio. Porém, diante da enorme distância que existe entre o FMI, o governo e um empacado acordo, somada à liberação de mais dinheiro para o mercado, alguns analistas temem que o dólar poderá subir. Além disso, existe a preocupação dos banqueiros com as grandes empresas que mantém depósitos maiores, e que haja novas tensões no mercado financeiro.Segundo dados do Banco Central, às contas correntes e poupança somam-se 21 bilhões de pesos que estarão totalmente liberados a partir do dia 2 de dezembro, um mês que pressiona muito os bancos porque há uma demanda maior por cash, provocada pelo pagamento de 13º salário e férias.

Agencia Estado,

25 de novembro de 2002 | 11h25

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