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Atividade na indústria paulista sobe pelo 2º mês consecutivo

Indicador da Fiesp mostra alta de 1,1% em fevereiro ante janeiro; utilização da capacidade instalada cai

Anne Warth, da Agência Estado,

26 de março de 2009 | 11h31

O indicador de nível de atividade (INA) da indústria paulista subiu 1,1%, com ajuste sazonal, em fevereiro, ante janeiro, segundo dados divulgados pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O aumento é o segundo consecutivo. O nível de atividade subiu 0,8% no mês, sem ajuste, e caiu 15,4% na comparação com fevereiro de 2008.

 

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A Fiesp revisou o resultado do INA do mês de janeiro, ante dezembro. O resultado com ajuste, que era de alta de 6,2%, foi revisado para uma expansão bem mais moderada, de 2,5%. O resultado sem ajuste sazonal, que era de alta de 0,9%, passou para uma queda de 0,5%.

 

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) caiu para 75,9% em fevereiro, sem ajuste sazonal, ante 76,4% em janeiro. Com ajuste, o nível de uso também caiu, passando de 78,6% em janeiro para 77,6% em fevereiro.

 

A queda da atividade industrial no Estado foi tão intensa nos últimos meses do ano de 2008 que zerou os ganhos no resultado acumulado em 12 meses até fevereiro.

 

Confiança

 

A confiança dos empresários da indústria paulista voltou ao patamar dos 50 pontos na segunda quinzena do mês de março, nível que não era atingido desde outubro do ano passado. O sensor subiu a 50,4 pontos nos últimos 15 dias do mês, ante 49 pontos na primeira quinzena de março. Na pesquisa, os 50 pontos indicam estabilidade. Resultados acima dessa marca são considerados otimistas e abaixo, pessimistas.

 

Dos itens que compõem o sensor, mercado, vendas e estoques melhoraram na segunda quinzena de março. Mercado, que estava em 58,3 pontos passou para 59. Vendas, saiu de 52,2 e passou para 56,3 pontos. Estoques, que chegou aos 41,7 pontos, ante 38,9 na primeira quinzena, merece destaque já que esta é a primeira vez, desde os primeiros 15 dias de dezembro, que esse segmento volta a superar a marca de 40 pontos.

 

Emprego teve leve queda, de 48,6 pontos na primeira quinzena de março para 47,9 pontos na segunda. Investimentos ficaram praticamente estáveis, de 47,2 pontos, para 47 pontos, no mesmo período.

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