Divulgação/Marinha
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Auditores encontram falhas em navio que explodiu no ES

Embarcação operada pela BW Offshore apresenta irregularidades; fiscais do trabalho fizeram lista de exigências para que plataforma contratada pela Petrobrás volte a operar

Bernardo Caram, O Estado de S. Paulo

20 Fevereiro 2015 | 21h15

BRASÍLIA - O navio-plataforma que explodiu no último dia 11 em Aracruz, no Espírito Santo, apresentava irregularidades no sistema de segurança. O Ministério do Trabalho identificou as falhas durante inspeção, concluída nesta sexta-feira, 20. O acidente no litoral capixaba matou seis pessoas. 

Uma lista de exigências foi elaborada para que o equipamento, que pertence à BW Offshore e é contratado pela Petrobrás, volte a operar. Entre as medidas estabelecidas, há a necessidade de melhorias em sistemas elétricos e a criação de procedimentos preventivos para controle de vazamentos, derramamentos e explosões. 

Também será preciso elaborar um sistema de combate a incêndios com um plano de emergência, rotas de fuga e outros procedimentos operacionais. Uma notificação sobre os problemas foi entregue à BW Offshore. 

Após os reparos, será feita uma nova vistoria no equipamento, que opera no litoral capixaba. De acordo com o diretor do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho da Secretaria Nacional de Inspeção do Trabalho do MTE, Rinaldo Marinho, os trabalhos de busca e recuperação da plataforma podem continuar "desde que preservada a integridade física dos trabalhadores". 

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