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Aumenta rentabilidade das exportações, aponta a Funcex

A rentabilidade das exportações cresceu para a maior parte dos setores produtivos no ano passado, segundo divulgou hoje a Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior (Funcex), no boletim setorial do primeiro trimestre. Segundo o estudo, as maiores altas de rentabilidade nas vendas externas ocorreram em bens de capital, especialmente nos segmentos de equipamentos eletrônicos (38,2%) e peças e outros veículos (27,2%). Entre os 26 setores analisados, somente os de celulose, papel e gráfica, refino de petróleo e petroquímicos, café e beneficiamento de produtos vegetais apresentaram queda na rentabilidade exportadora em 2001. O boletim destacou também o "crescimento expressivo" no volume exportado de produtos básicos e alguns semimanufaturados, com destaque para refino de petróleo (108,4%), açúcar (72,5%), agropecuária (51%) e abate de animais (50,8%). Queda no volume de importaçõesO boletim da Funcex destacou uma "queda generalizada" no volume de importações no ano passado, como resulado da desaceleração da economia e da expressiva desvalorização cambial. O boletim destaca as quedas nos setores de laticínios (-55,3%), têxtil (-31,4%) e abate de animais (-26,6%). No caso de veículos automotores, a queda esteve concentrada no quarto trimestre (-40,6% ante igual período de 2000), sob os efeitos do agravamento da crise argentina. Já alguns setores registraram aumento do quantum importado em 2001, como material elétrico (39,8%), minerais não metálicos (21,4%) e máquinas e tratores (20,2%). Queda nos preçosO comércio exterior brasileiro registrou uma "queda significativa" dos preços de exportação e importação no ano passado no primeiro trimestre, segundo o boletim da Funcex. A redução do índice de preço total das importações foi de 3,1% em 2001, bem próxima da redução no índice referente às exportações (-3,5%). Houve queda em 19 dos 26 setores analisados na exportação, sendo as principais nos segmentos de café (-38,2%) e celulose, papel e gráfica (-21,5%). Entre os setores de importação, as maiores quedas ocorreram em abate de animais (- 18,4%), extrativa mineral (-16,2%) e farmacêutica (-9,4%).

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