Aumento da gasolina ficou dentro do esperado pelo Copom

O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve na reunião da semana passada suas projeções de reajuste dos preços administrados neste ano em 7,7%. O porcentual, mesmo assim, é maior que os 7,55% estimados pelos investidores em pesquisa semanal feita pelo Banco Central (BC). Para 2005, a projeção do Copom também ficou inalterada em 6%, mesmo porcentual esperado pelas instituições financeiras ouvidas na pesquisa do BC.A previsão de reajuste dos preços da gasolina e do botijão de gás neste ano ficou estável em 9,5% e 6,9%, respectivamente. "O aumento do preço da gasolina anunciado pelo Petrobras em 15 de junho, de 10,8% na refinaria, ficou dentro do esperado pelo Copom e cobriu parte considerável da defasagem do preço interno em relação ao externo", diz o texto da ata da reunião da semana passada, divulgado na manhã de hoje.As projeções de reajustes das tarifas de energia elétrica residencial para 2004, por sua vez, ficaram estáveis em 11%. O Copom reduziu, ao mesmo tempo, as estimativas de reajuste das tarifas de telefonia fixa de 6,7% para 6,1%. A ata ainda destacou a ocorrência de uma queda de 11% dos preços do petróleo no mercado internacional provocada por uma expectativa de aumento da oferta do produto pelos países da Opep.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.