Aumento do pedágio deve ficar em 4,4% em SP

Reajuste, que deve valer a partir de julho, será feito de acordo com o IGP-M

Agencia Estado

14 de junho de 2007 | 16h48

O diretor-presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), Moacyr Duarte, disse nesta quarta-feira, 13, que o reajuste dos pedágios nas rodovias concedidas em São Paulo deve ficar em torno de 4,4%, variação anual do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), como prevêem os contratos.O aumento será anunciado ainda este mês pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e passará a valer em 1º de julho nas praças de pedágio das 12 concessionárias, que controlam 3.500 quilômetros de rodovias em 178 municípios paulistas. Só nessas rodovias, o fluxo de veículos no ano passado foi de 348,8 milhões de veículos.Duarte lembrou ainda que o porcentual do reajuste pode variar por causa dos arredondamentos feitos em cada praça de pedágio e ainda devido às compensações feitas nos arredondamentos no ano passado.MotosO presidente da ABCR defendeu a cobrança da tarifa de pedágio para motocicletas na malha concedida em São Paulo, como já ocorre, por exemplo, na rodovia Presidente Dutra, em estradas do Paraná e na ponte Rio-Niterói. "Cobrança de pedágio de motos é uma tendência, não pela receita que as motos podem propiciar, mas porque é um usuário que cada vez mais utiliza as rodovias e que, apesar de não desgastar o pavimento, exige muito dos serviços com acidentes, por exemplo", disse Duarte. "Não é razoável que use se sem pagar e a tendência é essa, apesar de em São Paulo não ter nada decidido", concluiu.

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