22 de agosto de 2021 | 07h30
A crise econômica é severa, ainda mais por causa da retomada nem sempre vigorosa da economia. Mesmo com tantas dificuldades para fechar as contas no fim do mês, quando sobra alguma coisa, muitos brasileiros tendem a investir, até por comodidade, na tradicional caderneta de poupança, que não ganha mais nem da inflação.
Mas essa questão cultural, diante de tantas novas opções de onde aplicar os recursos, vem mudando de paradigma. Com informação, e saindo da inércia, muitas pessoas físicas, além de montar a essencial reserva de emergência, estão se aprofundando em novos produtos de investimento e começando a decidir com segurança a melhor forma de conseguir preservar e, em um segundo momento, aumentar o capital investido.
Não existe receita única. Os caminhos são diversos, ainda mais porque no mundo dos investimentos existem algumas regras que são basilares. O investidor, antes de mais nada, precisa respeitar o seu próprio perfil de risco. E saber que praticamente não existe a possibilidade de ficar milionário no mercado financeiro do dia para a noite.
Entender a relação que existe entre retorno e risco que se corre é outra das premissas básicas para que os objetivos financeiros sejam alcançados com pouco menos turbulência. Investir não tem nada a ver com apostar em um jogo de azar.
Leia também:
Poupança não é mais um bom negócio
Em um cenário em que as taxas de juros fica abaixo da inflação, o rendimento da tradicional caderneta chega a ser negativo
Os caminhos do primeiro investimento
Aplicar com segurança envolve respeitar o perfil e os objetivos das pessoas
O brasileiro ainda se divide entre o investimento direto em tijolo ou em um fundo
Do surfe à TV, personalidades relatam como cuidam do dinheiro
Planejamento e informação sustentam o aumento de patrimônio dos famosos
Rentabilidade pode acompanhar menos risco
Nem sempre quem investe em um ativo mais arriscado vai ganhar mais
Conteúdo produzido pelo estadão blue studio, a área de conteúdo customizado do estadão
Encontrou algum erro? Entre em contato
Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.