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Autoridade do FMI vê papel maior para nações emergentes

Direção de italiano é chance para emergentes reivindicarem posição entre formadores de políticas do Fundo

Reuters,

07 de outubro de 2007 | 17h31

O objetivo mais urgente do Fundo Monetário Internacional é aprofundar o papel dos países de mercados emergentes na instituição financeira global, disse neste domingo, 7, o novo líder da direção FMI.  Tommaso Padoa-Schioppa, ministro da Economia da Itália, foi eleito semana passada para liderar o Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC, na sigla em inglês) de 24 membros, que orienta as políticas e prioridades políticas do FMI.  Economias emergentes tem, já há muito tempo, pressionado por uma mudança na direção da instituição à medida que o fundo considera uma revisão de seus poderes de voto para refletir o peso do crescente poder econômico da Ásia e outros países.  "Negociações que estão sendo realizadas agora servem em particular para dar maior reconhecimento para as chamadas nações de mercados emergentes... Eu acredito que esta seja uma tarefa a ser resolvida imediatamente", disse ele durante uma entrevista para a emissora de TV italiana RAI.  Padoa-Schioppa, em seus primeiros comentários sobre seu papel no FMI desde sua eleição, não falou sobre que tipo de "reconhecimento" prevê para a economias emergentes.  A vitória de Padoa-Schioppa nas eleições do Fundo é vista como a melhor chance para os mercados emergentes reivindicarem uma posição no topo do ranking dos formadores de políticas do FMI.

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