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Aval à Varig só com "casamento indissolúvel" com a TAM

O BNDES admite avalizar a Varig nas negociações de financiamento com a BR Distribuidora e o Banco do Brasil (BB) desde que a companhia aérea apresente uma "promessa de casamento indissolúvel" com a TAM. Segundo o presidente do banco, Carlos Lessa, não cabe ao BNDES fazer um empréstimo à Varig, mas poderia apoiá-la nas negociações com a BR e o BB, dois dos principais credores da companhia aérea.Lessa disse que não se trata de um "aval clássico", que tornaria o banco co-responsável por um contrato. "Não. Simplesmente a gente diz ao Banco do Brasil e à BR que segurem as pontas, que eu vou levar uns dois ou três meses até a nova empresa estar totalmente organizada", afirmou.O presidente do banco afirmou que os dois credores podem dar empréstimo-ponte à companhia aérea, o que não compete ao BNDES. Para Lessa, "o problema da BR e do Banco do Brasil é que eles não querem expandir os financiamentos sem terem segurança de que a aviação vá funcionar com normalidade". "Nós do BNDES queremos que a aviação se expanda com normalidade. Para isso, preciso a promessa de casamento indissolúvel", disse.

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