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Aversão a risco deteriora ativos

Sinais de que a crise imobiliária nos EUA já afeta liquidez derrubam Bolsas; dólar, juros e risco Brasil disparam

Claudia Violante, Denise Abarca e Silvana Rocha, O Estadao de S.Paulo

07 de julho de 2027 | 00h00

Novos sinais de que os problemas no setor imobiliário dos EUA ameaçam a liquidez de alguns fundos e dificultam a obtenção de crédito corporativo elevaram a aversão a risco global. A deterioração dos ativos financeiros relembrou o terrível 27 de fevereiro, quando a queda de 9% da Bolsa da China derrubou os mercados mundiais. Desta vez, foram as Bolsas em Nova York que derreteram, carregando junto os mercados europeu e brasileiro. Os contratos futuros de Fed Funds precificam agora um corte no juro pelo Fed este ano. A Bovespa chegou a cair mais de 6% e terminou em baixa de 3,76%, aos 53.893,2 pontos. O dólar saltou 3,43%, a R$ 1,929 na BM&F, e 3,27%, a R$ 1,928 no balcão - essas variações são as maiores para um único dia desde 23/5/06. O juro de janeiro 2010 avançou a 11,25%. E o risco Brasil disparou 20,77% (38 pb) , para 221 pontos-base.

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