Renda extra

Fabrizio Gueratto: 8 maneiras de ganhar até R$ 4 mil por mês

Aversão ao risco pressiona cotações do milho em Chicago

Cenário: Filipe Domingues

O Estado de S.Paulo

29 de março de 2012 | 03h07

Os preços futuros do milho recuaram ontem para o menor nível em dois meses na Bolsa de Chicago. O mercado foi pressionado por investidores que se afastam de riscos antes da divulgação de relatórios de plantio e estoques dos Estados Unidos, na sexta-feira. "Eles estão muito preocupados com o que os relatórios vão mostrar sobre a oferta", afirmou à agência Dow Jones o analista Rich Nelson, diretor de pesquisa da corretora Allendale, referindo-se à expectativa de amplo abastecimento. "Investidores estão adotando postura cautelosa para o caso de receberem dados inesperados", acrescentou. Os fundos de investimento foram os principais vendedores. Os lotes de milho para entrega em maio fecharam em baixa de 1,66%, cotados a US$ 6,2025 por bushel.

A aversão ao risco também foi observada em outros mercados de commodities. O contrato do trigo para maio caiu 1,41%, para US$ 6,3075 por bushel. Previsões de chuva em áreas secas da Europa e da Rússia sinalizaram oferta maior e foram influência negativa para o mercado. No caso da soja, investidores embolsaram lucros e os preços caíram 0,16%. A baixa só não foi maior porque a expectativa é de uma redução da área plantada nos Estados Unidos, favorecendo o cultivo de milho. Se isso se confirmar, tende a sustentar os preços da oleaginosa.

Na Bolsa de Nova York, o café voltou a cair. Fechou em baixa de 2,86%. Outro fator que pressionou as matérias-primas foi a valorização do dólar, que costuma torná-las mais caras para o comprador em outra moeda.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.