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Avião mais estranho do mundo vai ganhar uma nova geração

Beluga, o avião de carga da Airbus que transporta até 47 toneladas de carga deverá ganhar um novo modelo maior e ainda mais pesado

Economia & Negócios,

27 de janeiro de 2014 | 16h23

SÃO PAULO - Os aviões geralmente se parecem com pássaros, mas existem cinco modelos diferentes nos céus com um formato parecido com o de uma baleia. Eles são vistos mais frequentemente na França, especialmente na cidade de Tolouse, na fábrica da Airbus onde é fabricado o Beluga, o avião mais estranho do mundo.

Existem apenas cinco Belugas no mundo, encarregados de conectar as diferentes fábricas de aviões da Airbus. Eles suportam cargas extremamente pesadas, de até 47 toneladas, e transportam volumes maiores que os tamanhos comuns.

Para abrir espaço interno, a cabine do piloto se projeta para baixo. A parte superior da aeronave foi cortada e uma seção adicional, mais larga da fuselagem, semelhante a uma bolha, foi adicionada à estrutura, dando-lhe a sua corcunda característica.

As baleias voadoras transportam desde obras de arte, até helicópteros e satélites. O nome Beluga refere-se à semelhança com a baleia ártica branca, mas o nome oficial é Airbus A300-600ST, onde as letras finais significam Super Transporter.

Centros de produção da Airbus estão espalhados por todo o continente, já que a fábrica tem origem no consórcio de diferentes fabricantes europeus.

 

Conexão. Cada fábrica é especializada na realização de uma secção específica de uma aeronave. Os cinco Belugas, todos operados por Airbus, fazem a conexão entre as fábricas e transportam diferentes peças para a linha de montagem final, em Toulouse ou Hamburgo, na Alemanha.

Desde voo inaugural do primeiro Beluga, em 1994, a Airbus multiplicou a sua capacidade de transporte mais de cinco vezes.

A empresa tornou-se mais global, diversificando suas fábricas e sua base de fornecedores com unidades na China e no Alabama.

A empresa já estuda uma nova versão do avião baleia, provisoriamente chamado Beluga XL.

A nova versão deverá ter um alcance maior e ser capaz de transportar uma carga ainda mais pesada, mantendo a capacidade de pousar em aeroportos com pistas relativamente curtas, como a de Broughton, no País de Gales, onde a Airbus faz asas para os seus aviões.

A próxima geração do Beluga deve também tornar possível à Airbus dobrar o número de voos de carga para 120 por semana.

O que parece assegurado é que o Beluga XL vai ser semelhante à versão atual, ou seja, a cara e o corpo de baleia. Com agências internacionais.

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