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Azul negocia crédito para comprar sete novas aeronaves

Presidente da companhia justifica investimento com o aumento da demanda de passageiros previsto em 2010

Danielle Chaves, da Agência Estado,

21 de outubro de 2009 | 16h55

A Azul Linhas Aéreas está perto de fechar um pacote de financiamento para comprar sete novos aviões antes de um provável aumento na demanda de passageiros no próximo ano, afirmou o presidente da companhia, David Neeleman. "Estamos negociando com algumas diferentes fontes de crédito para o financiamento", disse o executivo nos bastidores de uma conferência sobre investimento.

 

"Tudo o que precisamos fazer é escolher o melhor pacote. Está muito mais fácil de obter crédito agora do que no ano passado", acrescentou Neeleman. Atualmente a Azul opera 12 aeronaves em 15 diferentes destinos no Brasil. Mais dois aviões estão previstos para serem entregues até o fim deste ano.

 

A Azul, que começou a operar em 2008, deverá receber sete novas aeronaves em 2010 e está em busca de um financiamento de cerca de US$ 210 milhões. A empresa vai aumentar o número de destinos em que opera para 18 em 2010.

 

"O mercado brasileiro deverá ter uma grande expansão. Nós vamos transportar 2 milhões de passageiros neste ano e esperamos dobrar esse número em 2010", afirmou Neeleman. O Brasil vai sediar a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016, o que provavelmente vai elevar ainda mais a demanda.

 

Neeleman disse que sua companhia vai continuar comprando aviões da Embraer. "Quando começamos a Azul, olhamos para todas as opções e ficou claro que os aviões da Embraer são os melhores", afirmou. O executivo, que nasceu no Brasil e tem cidadanias brasileira e norte-americana, também é fundador e vice-presidente da JetBlue, dos EUA.

 

Segundo Neeleman, a Azul tem atualmente entre 4% e 5% de participação no mercado nacional. "Nós vamos crescer consideravelmente nos próximos anos, junto com o mercado brasileiro", disse o executivo, acrescentando que a companhia continua muito bem capitalizada. Neeleman afirmou que uma oferta pública de ações é "uma possibilidade para o futuro", mas alertou que não há um prazo para isso. As informações são da Dow Jones.

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