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Azul organiza 'fila' de voos regionais

Alguns polos regionais que têm aeroportos e ainda não recebem voos comerciais poderão passar a ser atendidos no curto prazo, no que depender da companhia aérea Azul, hoje presente em 103 destinos no País. A empresa diz estar preparada para inaugurar rotas em várias cidades em um prazo de até 12 meses depois do anúncio do programa de incentivo do governo federal à aviação regional.

O Estado de S.Paulo

20 de julho de 2014 | 02h05

O projeto, que prevê reformas em 270 terminais no País e incentivo financeiro às companhias que investirem em voos regionais, foi anunciado pela presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2012. Por enquanto, as obras estão em fase de projeto na Secretaria de Aviação Civil (SAC), que também precisa definir o modelo do subsídio às aéreas.

Assim que tiver as informações em mãos, e antes mesmo das obras do governo, o diretor de comunicação da Azul, Gianfranco Beting, afirma que a empresa organizará voos para cerca de uma dezena de destinos regionais, em Estados como Paraná (Ponta Grossa e Cascavel), Rio Grande do Sul (Uruguaiana), Ceará (Sobral), Bahia (Feira de Santana), Pernambuco (Caruaru) e Santa Catarina (Caçador). Segundo Beting, é possível voar para esses destinos com "pequenos ajustes" nos aeroportos.

Segundo estudo do Boston Consulting Group, 46% dos moradores do interior dizem voar menos de uma vez por ano - fatia que cai para 26% nas capitais. A infraestrutura deficiente contribui para afastar o cliente do interior das viagens de avião. Nas capitais, um cliente de classe média gasta, em média, 8 quilômetros para chegar ao aeroporto. Fora dos grandes centros, a distância é bem maior: 94 km.

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