Baixo carbono e economia circular são protagonistas no combate à crise climática
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Baixo carbono e economia circular são protagonistas no combate à crise climática

Agentes importantes do setor privado discutem como descarbonizar os processo de produção

Ambipar, Estadão Blue Studio
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20 de junho de 2022 | 12h00

Tanto por causa dos acordos internacionais assumidos pelo Brasil, como o Acordo de Paris, articulado em 2015, quanto devido aos retornos inequívocos do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), o painel de cientistas da Organização das Nações Unidas (ONU) que avaliou milhares de pesquisas científicas, o resultado é cristalino. As emissões globais – e cada país tem as suas peculiaridades – precisam ser reduzidas nas próximas décadas. Sob pena de eventos climáticos extremos serem mais frequentes, gerando impactos cada vez maiores tanto do ponto de vista social quanto econômico.

Sob esse pano de fundo, ganha em relevância o painel “Economia circular, um dos pilares para uma sociedade de baixo carbono”, que será realizado no dia 21 de junho, das 10h30 às 11, durante o Summit ESG Estadão. Dois debatedores que vivem no dia a dia os avanços da economia circular e da economia de baixo carbono estarão conversando com o público.

Gui Brammer, CEO da Boomera Ambipar, empresa brasileira de engenharia de economia circular      produtora de resinas pós-consumo (PCR) de alta performance, vai apresentar vários projetos interessantes em curso no grupo. Como, por exemplo, a iniciativa que transformou plásticos coletados nas praias paulistas em embalagens de produtos de limpeza. O conceito de usar resíduos que seriam lançados nos aterros sanitários como matéria-prima é primordial dentro da economia circular. A reconfiguração das cadeias de produção, para que menos recursos precisem ser extraídos da natureza, é uma das chaves para que as sociedades consigam se descarbonizar.

Enquanto Carlo Pereira, CEO do Pacto Global da ONU Brasil, trará uma visão mais macro de como as corporações estão mergulhando no combate à crise climática planetária. A iniciativa que o executivo dirige no Brasil foi lançada em 2000 pelo então secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan. A ideia foi chamar as empresas para alinharem suas estratégias e operações aos Dez Princípios universais nas áreas de Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Anticorrupção. Além de desenvolverem ações que contribuam para o enfrentamento dos desafios da sociedade. O Brasil é um dos 160 países que fazem parte da rede que, em todo o mundo, conta com mais de 16 mil companhias.

A diferença de realidade entre os países, e, por consequência, entre as empresas inseridas em cada uma das nações, é fundamental para pavimentar os caminhos de uma economia verde ou de baixo carbono.

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