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Balança registra superávit de US$ 426 milhões

O saldo da balança comercial na segunda semana de setembro (quatro dias úteis, por causa do feriado de 7 de setembro) registrou superávit de US$ 426 milhões. O saldo é 50,11% inferior a segunda semana de setembro de 2005, quando o superávit foi de US$ 854 milhões. As duas semanas comparadas tiveram apenas quatro dias úteis. As exportações no período somaram US$ 2,264 bilhões (média diária de US$ 566 milhões) e as importações atingiram US$ 1,838 bilhão (média diária de US$ 459,5 milhões). De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, na comparação com setembro do ano passado, a média das importações agora em setembro de 2006 apresenta um crescimento de 45,6%, enquanto que a média das exportações registrou um crescimento bem menor: 18,9%. Na comparação com o mês anterior (agosto), a média das importações também apresenta um crescimento de 10,3%, enquanto que a média das exportações cresceu apenas 1,5%. No acumulado do ano, os números confirmam a tendência de aumento das importações: um crescimento de 23,8% na média diária, contra um crescimento de 16% da média das exportações. No mês, o saldo acumulado da balança passa para US$ 821 milhões, e no ano, para US$ 30,449 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 91,174 bilhões e as importações, US$ 60,725 bilhões, com saldo positivo de US$ 30,449 bilhões. ExportaçõesAs exportações brasileiras registraram aumento nas três categorias de produtos durante as duas primeiras semanas de setembro. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o aumento de 18,9% das exportações, na comparação com a média diária de setembro de 2005, foi sustentado pelo crescimento de 49% nas vendas de semimanufaturados, de 21,9% nos manufaturados e de 5,9% dos básicos. No acumulado de setembro, as exportações somam US$ 3,010 bilhões, com média diária de US$ 602 milhões.Os produtos que se destacaram entre os semimanufaturados foram catodos de cobre, celulose, ferro-ligas, alumínio em bruto, couros e peles, açúcar em bruto, óleo de soja em bruto e ferro fundido. O aumento das exportações de manufaturados ocorreu principalmente por conta de gasolina, hidrocarbonetos e seus derivados, álcool etílico, laminados planos, polímeros plásticos, motores para veículos, aviões, bombas e compressores, autopeças e calçados. Já o crescimento dos embarques de produtos básicos ocorreu graças às vendas de milho em grão, fumo em folhas, carne bovina, suína e de frango, minério de ferro, café em grão e farelo de soja.Relativamente a agosto de 2006, as exportações apresentaram aumento de 1,5% (de US$ 593,1 milhões na média diária para US$ 602,0 milhões em setembro), devido ao crescimento de 10,6% nas vendas de manufaturados e de 2,4% de semimanufaturados. Os básicos apresentaram queda de 11,2%.ImportaçõesNas importações, a média diária até a segunda semana de setembro, de US$ 437,8 milhões, ficou 45,6% acima da média de setembro de 2005 (US$ 300,7 milhões). Cresceram as importações, principalmente, de aeronaves e partes (169,9%), combustíveis e lubrificantes (149,4%), cereais e produtos de moagem (73,1%), farmacêuticos (46,2%) e siderúrgicos (37,4%). Na comparação com agosto, segundo o Ministério do Desenvolvimento, o crescimento foi de 10,3%. Houve aumento nos seguintes produtos: aeronaves e peças (68,6%), combustíveis e lubrificantes (60,5%), cereais e produtos de moagem (21,7%), siderúrgicos (5,9%) e equipamentos mecânicos (5,7%). As importações em setembro acumulam US$ 2,189 bilhões.Matéria alterada às 16h03 para acréscimo de informações

Agencia Estado,

11 de setembro de 2006 | 10h51

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