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Bancários apostam em proximidade com governo para campanha salarial

A Confederação Nacional dos Bancários (CNB) iniciou hoje um seminário na sua sede, em São Paulo, para definir a campanha salarial dos 400 mil trabalhadores da categoria em todo o País, com data-base em 1º de setembro. O primeiro ponto estabelecido é o de que a campanha salarial desse ano será unificada entre os funcionários de instituições financeiras privadas, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. "Por interesse dos bancos, nunca conseguimos realizar uma campanha unificada da categoria. Dessa vez, isso será possível porque a negociação será de alto nível. Conhecemos muito bem quem estará do lado do governo e eles do nosso lado", estima o presidente da CNB, Vagner Freitas.Nessa primeira campanha salarial durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a expectativa dos sindicalistas é de encontrar "um governo disposto a negociar pela primeira vez na história"."Nunca encontramos nos governos anteriores interlocutores sérios, dispostos a negociar. Historicamente, entre os bancários, o que sempre prevaleceu foi a correlação de forças, com momentos em que os bancários estiveram mais fortes e ganharam mais, e em outros com os banqueiros e o governo se saindo melhor", opina.Porcentuais de reajusteAmanhã, após concluir seu seminário, os bancários terão definidas as primeiras reivindicações para esse ano, como porcentuais de reajuste salarial. Essas propostas serão levadas ao Congresso Nacional da CNB, marcado entre os dias 9 e 12 de julho."Em meados de julho, enviaremos a minuta de renvidicações à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e as primeiras negociações deverão acontecer no início de agosto", projeta.Simultaneamente ao debate da campanha salarial, os bancários negociam com a Fenaban um reajuste "emergencial" dos salários, da ordem de 15%, por causa das perdas inflacionárias ocorridas entre setembro do ano passado e maio desse ano. A primeira negociação está marcada para 2 de junho, às 10h, na sede da Fenaban.

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