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Bancários continuam paralisações em São Paulo

A greve por tempo indeterminado dos bancários em São Paulo entra em seu terceiro dia útil nesta segunda-feira, segundo informações do Sindicato dos Bancários de São Paulo.Nesta segunda-feira, os trabalhadores voltam a se reunir com as direções dos bancos federais, Banco do Brasil e Caixa, para discutir as questões específicas. Caso as direções das instituições apresentem novas propostas, elas serão apresentadas em assembléias específicas dos respectivos bancos - conforme deliberado na assembléia da última sexta - e que serão realizadas nesta terça-feira.Na sexta-feira, dia 6, quase 40 mil bancários em São Paulo participaram da greve em 555 postos, entre agências e centros administrativos. Foram 92 locais parados no Centro da capital, 165 na Zona Leste, 84 na Zona Oeste, 43 na Zona Sul, 44 na Zona Norte e 76 na região de Osasco.NegociaçõesA categoria tem data-base em 1º de setembro e não aceita a proposta de reajuste salarial feita pelos bancos. Reivindica aumento de 7,05%, além da reposição da inflação, mas a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), braço sindical da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), ofereceu, até a mais recente rodada de negociação, reajuste de 2,85%, que repõe apenas a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).A Fenaban ofereceu reajuste de 2,85% e um PLR (Participação nos Lucros e Resultados) que inclui 80% do salário, mais R$ 816,00 e uma parcela adicional para funcionários de bancos que tiverem crescimento de 20% do lucro líquido no último exercício. A Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) quer reduzir esse porcentual para que o benefício alcance mais bancários.AlternativasDados da Febraban mostram que somente 10,6% das operações feitas em 2005 ocorreram na boca do caixa. Nos terminais de auto-atendimento foram 30% do total. Pelo débito automático foram realizados 28,6% dos atendimentos e o uso dos serviços pelo Internet Banking respondeu por 16,7%.Os caixas eletrônicos e serviços por telefone estão funcionando normalmente e devem ser utilizados pelos clientes como alternativa para a greve. Internet, caixas lotéricas, correios e lojas de departamento são outros meios alternativos para as transações bancárias afetadas pela paralisação.

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