Bancários de SP mantêm greve por tempo indeterminado

O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região informou que a categoria decidiu continuar por tempo indeterminado com a greve, iniciada pelos trabalhadores no dia 15 de setembro, em protesto à proposta de reajuste salarial feita pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). A decisão foi tomada após assembléia, realizada nesta segunda-feira na região central da capital paulista. Os trabalhadores também optaram pela manutenção da posição contrária à entradada Confederação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Crédito (Contec)no Tribunal Superior do Trabalho (TST) com pedido de ajuizamento do dissídio coletivo do funcionários do Banco do Brasil e da Caixa. Essa proposta já havia sido rejeitada, na última sexta-feira pelos trabalhadores. Segundo o sindicato, o dia foi marcado pela manutenção do movimento nos bancos públicos (Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal) e por paralisações até as 11 horas no Centro Tecnológico Operacional (CTO) do Banco Itaú e do Centro Administrativo Unibanco, agregando mais 4 mil bancários, além da Superintendência do Banco do Brasil na Paulista . Os bancários, que já recuaram nas negociações, pedem reajuste de 19%, abono de R$ 1.500 e Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de um salário mais o valor fixo de R$ 1.200. A proposta da Fenaban prevê reajuste de 8,5% mais R$ 30 para quem ganha salários até R$ 1.500 - o que implicaria em reajustes de até 12,77%.

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