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Bancários do Rio entram em greve por tempo indeterminado

Os bancários do Rio deflagraram greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira, em reação à proposta feita na quarta pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). A decisão foi tomada em assembléia na quarta à noite, por cerca de 1.200 bancários. A categoria soma 30 mil pessoas no Estado, das quais 20 mil sindicalizadas. O presidente do sindicato dos Bancários do Rio, Vinícius de Assumpção, qualificou como "muito provocativa" a proposta da federação patronal. O sindicalista estima que um terço das agências tenham aderido à greve, mas 70% dos bancários estão parados, explica ele, porque um número menor de agências, principalmente no centro da cidade, concentra uma quantidade grande de empregados. Na prática, explica o sindicalista, que faz parte do comando nacional da categoria, as bases do Maranhão, Rio Grande do Norte e Bahia também estão em greve nesta quinta. Ele informou, contudo, que a orientação dada na quarta pelo Comando Nacional, capitaneado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), também ligada à CUT, é para a realização de assembléias na quarta-feira que vem, para decisão de realização de greve ou não a partir da próxima quinta-feira. Nesta quinta, no início da noite, a categoria no Rio fará nova assembléia sobre a continuidade do movimento. A tendência, disse Assumpção, é pela manutenção da greve nesta sexta. Ele explicou que a categoria defende a reposição da inflação (2,85% de setembro do ano passado a agosto deste ano pelo INPC), mais reajuste real de 7,05%, além de um salário, R$ 1,5 mil e 5% do lucro líquido dividido, a título de Participação nos Lucros e Resultados (PLR).A proposta da Fenaban, segundo ele, foi de reajuste de 2% e parcelas de 80% do salário, R$ 800,00 e mais R$ 500,00 adicionais, como participação nos lucros.

Agencia Estado,

28 de setembro de 2006 | 12h34

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