Bancários mantêm paralisação em Minas Gerais

Os bancários mineiros decidiram hoje, durante assembleia da categoria, manter a paralisação por tempo indeterminado, de acordo com o Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e Região, que reúne trabalhadores de 15 municípios do Estado. Até o meio-dia de hoje, segundo o sindicato, a adesão ao movimento atingia 92% das agências da Caixa Econômica Federal e 50% das do Banco do Brasil, além de outras 20 agências de bancos privados na capital mineira.

RAQUEL MASSOTE E REJANE LIMA, Agencia Estado

25 de setembro de 2009 | 16h06

A adesão ao movimento nacional foi decidida em assembleia realizada na quarta-feira. Na manhã de hoje, os sindicalistas se concentraram na porta da agência do Banco do Brasil, no centro de Belo Horizonte, e decidiram pela continuidade da greve.

Entre as reivindicações dos bancários está o reajuste salarial de 10%. A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) ofereceu correção de 4,5% nos salários, em proposta apresentada no último dia 17. O Sindicato dos Bancários informou que está prevista uma nova assembleia na segunda-feira, ao meio-dia, no centro da capital, para decidir se os bancários irão manter a paralisação.

Santos

Na Baixada Santista, o Sindicato dos Bancários de Santos e Região divulgou hoje que 80% da categoria aderiu à greve na região. Em Santos, a adesão chega a 90%. "Hoje, a grande maioria das unidades de Santander, Unibanco, Itaú, Real, HSBC e de outros bancos particulares foram paralisadas nos centros financeiros e nos bairros das cidades da região. Nos bancos públicos, a paralisação está em 90%", explicou o presidente do sindicato, Ricardo Saraiva Big, que comandará uma assembleia para avaliar a greve às 16h30.

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