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Bancários rejeitam proposta e decidem entrar em greve a partir do dia 30

Sindicatos consideraram insuficiente a oferta de reajustes de 7% no salário e 7,5% no piso da categoria; paralisação é por tempo indeterminado

REUTERS

25 de setembro de 2014 | 21h15

Bancários decidiram em assembleias realizadas nesta quinta-feira entrar em greve por tempo indeterminado no Brasil a partir da próxima semana após rejeitar proposta de reajuste salarial feita pelos bancos, informou entidade sindical que representa a categoria nesta quinta-feira.

Os bancários aprovaram decretação de greve a partir de 30 de setembro depois que sindicatos consideraram como insuficiente oferta de reajustes de 7% no salário e de 7,5% no piso da categoria. Os trabalhadores cobram aumento salarial de 12,5%, décimo quarto salário e piso de R$ 2.975,49.

O reajuste de 7% oferecido pelos bancos corresponde a 0,61% de aumento real, enquanto o reajuste do piso fica 1,08% acima da inflação, informou a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) em comunicado à imprensa.

Os trabalhadores do setor promoveram uma greve de 23 dias no ano passado, que foi encerrada após os bancos oferecerem reajuste de 8%, com ganho real de 1,82%. A duração da greve na época fez a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) pedir um acordo para o fim da paralisação, temendo perdas de até 30% nas vendas do varejo do início de outubro.

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