Renda extra

Fabrizio Gueratto: 8 maneiras de ganhar até R$ 4 mil por mês

Banco confirma que marca usada nas agências será Itaú

Crédito do Itaú Unibanco deverá crescer menos em 2009 do que a instituição projetava no início do ano

Nalu Fernandes, da Agência Estado,

19 de maio de 2009 | 20h09

A carteira de crédito do Itaú Unibanco deverá crescer menos em 2009 do que a instituição projetava no início do ano. A expansão provavelmente ficará no intervalo de 5% a 10%, reconheceu o vice-presidente-executivo e diretor de Relações com Investidores da instituição Alfredo Setúbal. A estimativa anterior era de um aumento entre 10% a 15%. O executivo ainda confirmou que a marca usada nas agências será Itaú. Ele acrescentou que apenas o nome da holding precisa de aprovação do Banco Central.

 

Segundo ele, a economia ainda vai ter um segundo trimestre mais difícil, mas a expectativa é de que a carteira de crédito cresça no trimestre corrente em comparação aos primeiros três meses do ano, período mais fraco por conta da sazonalidade. O banco chegou ao final de março com uma carteira de R$ 270 bilhões, praticamente estável em relação ao último trimestre de 2008.

 

Conforme o executivo, o crédito já começou a crescer no atual trimestre com a demanda das empresas grandes e médias voltando devagar. Ele observou que as companhias estão acessando crédito para capital de giro e não para novos projetos.

 

Bank of America

 

O Itaú Unibanco tem interesse em adquirir a fatia que o Bank of America (Bofa) possui na instituição brasileira, caso o norte-americano deseje se desfazer da mesma. "Se o Bank of America quiser vender, o mais provável é que a gente compre uma parte ou o todo da posição deles. Depende das condições do momento", afirmou Setubal.

 

Até agora, o banco norte-americano não manifestou interesse em vender a fatia que detém. Os papéis continuam em lock up - período em que não podem ser vendidos - que expira em setembro.

 

Sobre novas aquisições, Setubal diz que "só se for coisas pequenas". Ele ressalvou que algo maior o governo não permitiria. "Já temos aproximadamente 20% do mercado. No nosso caso, o governo não vai deixar o nível de concentração aumentar muito mais do que já está", acrescentou para a reportagem na Bolsa de Nova York (NYSE).

 

Fora do País, Setubal reiterou que o banco iria "olhar" para o mexicano Banamex se o Citigroup manifestar o desejo de venda. O executivo está em Manhattan para a realização da quarta edição do evento para investidores realizado anualmente pela Itaú Securities em Nova York.

Tudo o que sabemos sobre:
ItaúUnibanco

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.