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Banco da Inglaterra lava as mãos em crise de crédito

Instituição financeira foi a única entre os principais BCs a não injetar recursos no sistema financeiro

Christina Fincher, da Reuters,

16 de agosto de 2007 | 11h43

O Banco da Inglaterra foi o único entre os principais bancos centrais a não injetar recursos emergenciais no sistema bancário na semana passada, e nada indica que vá perder a cabeça agora.     Veja também: Bovespa abre o dia em queda de 4%; dólar dispara Onda de prevenção a prejuízo se abate e juro futuro sobe O sobe de desce do dólar Os efeitos da crise do setor imobiliário dos EUA Ouça a análise do comentarista Celso Ming    Ainda que os mercados financeiros tenham continuado a afundar, as taxas overnight em libra esterlina cederam dos picos atingidos no começo da semana.   Bancos centrais na zona do euro, Estados Unidos, Japão, Canadá e Austrália intervieram para colocar liquidez nos mercados monetários. Então porque o banco central britânico se manteve nos bastidores?   As diferenças, dizem analistas, são tanto estruturais quanto filosóficas.   As reformas do ano passado deram ao Reino Unido uma estrutura para evitar que problemas no mercado aberto se espalhem pelo sistema financeiro.   "Até onde envolve o Banco da Inglaterra, o sistema está funcionando", disse Russel Silberstone, gestor de fundos da Investec Asset Management. "As pessoas podem tomar o tanto de dinheiro que quiserem, mas há um custo."   As taxas overnight em libra esterlina subiram fortemente no começo da semana, mas não superaram 6,75%, e o Banco da Inglaterra confirmou nesta quinta-feira que ninguém fez uso do dispositivo de crédito desde meados de julho.   Alguns gestores britânicos de fundos acusaram o Banco da Inglaterra de fechar os olhos para seus problemas, mas outros elogiaram a atitude por deixar que concessores de empréstimos mais irresponsáveis sintam as conseqüências de suas ações.

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