Jair Bolsonaro/Facebook
Jair Bolsonaro/Facebook

Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Banco do Brasil e Caixa Econômica, no meu governo, não se cogita privatização, diz Bolsonaro

Durante live semanal ao lado do presidente da Caixa, Bolsonaro disse também que não está 'segurando as privatizações' e que o processo é 'demorado'

Marlla Sabino, Emilly Behnke e Daniel Galvão, O Estado de S.Paulo

17 de setembro de 2020 | 22h06

BRASÍLIA e SÃO PAULO - O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e a Casa da Moeda não serão privatizados em seu governo. Durante sua tradicional live semanal, ele afirmou que não está "segurando privatizações" e que qualquer processo é "demorado".

"Não justifica a mídia falar que estou segurando, que o governo está segurando as privatizações. Tem muita coisa que dá prejuízo, você tem que privatizar. Até se entregar de graça é vantajoso se está dando prejuízo. Também nós entendemos que tudo aquilo que a iniciativa privada pode fazer, a gente vai abrir mão disso aí, esse é o nosso pensamento", disse ao lado do presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

O presidente afirmou que não interferiu ao retirar a Casa da Moeda do plano de privatizações do governo, que apenas exerceu um direito seu. Segundo ele, as funções da estatal, como a fabricação de passaportes e de papel moeda, são de "segurança nacional".

"O pessoal fala em interferir. Exerci um direito meu, não é interferência, é um direito meu. Afinal de contas, se eu nomeio os ministros, no caso o Paulo Guedes dá posse aos presidentes de bancos estatais. A Casa da Moeda eu achei que não era o caso, tendo em vista informações que eu tive de outros países que a privatizaram e depois voltaram atrás."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.