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Banco do Brasil tem lucro de R$ 3,8 bi até setembro

Lucro líquido da instituição financeira cai quase 20% na comparação com o mesmo período de 2006

Alberto Alerigi Jr., da Reuters ,

13 de novembro de 2007 | 07h18

O Banco do Brasil, a maior instituição financeira do País, anunciou nesta terça-feira, 13, lucro líquido de R$ 3,8 bilhões nos primeiros nove meses do ano, queda de quase 20% ante o mesmo período de 2006.   Na semana passada, foram divulgados os lucros do Itaú, Bradesco, Real e Unibanco. O primeiro teve resultado de R$ 6,444 bilhões até setembro, superior a qualquer lucro anual de bancos brasileiros de capital aberto, nos últimos 20 anos.   Considerando apenas o terceiro trimestre do ano, o BB lucrou R$ 1,364 bilhão, alta de 50,3% na comparação com o mesmo período de 2006, influenciado por crescimento na concessão de crédito que também ajudou a impulsionar os ganhos de rivais.   Em termos recorrentes, o lucro do BB nos três meses encerrados em setembro foi de R$ 1,582 bilhão, salto de cerca de 90% no período.   No trimestre, o banco sofreu impactos negativos de R$ 403 milhões relativo à reestruturação do plano de saúde administrado pela Caixa de Assistência dos Funcionários da instituição (Cassi) e de R$ 141 milhões que corresponde ao plano de estímulo ao afastamento de funcionários.   A carteira de crédito do BB cresceu 27% para R$ 150,18 bilhões na mesma comparação. O segmento de varejo, que engloba empréstimos a pessoas físicas, micro e pequenas empresas, apresentou avanço de 29,5%, impulsionada por veículos (alta de 250%, para R$ 2,23 bilhões) e crédito consignado (expansão de cerca de 50%, para R$ 11,02 bilhões).   Já a carteira de empresas de médio e grande porte e clientes corporativos passou de R$ 16,65 bilhões para R$ 26,03 bilhões no trimestre passado. A carteira de crédito do agronegócio cresceu 20%, para R$ 48,45 bilhões.   O retorno sobre patrimônio líquido médio anualizado (ROE), importante indicador da lucratividade de um banco, ficou em 26,3% no terceiro trimestre contra 19,8% no mesmo período de 2006. Excluído os efeitos extraordinários, o ROE foi de 31% ante 18% no terceiro trimestre do ano passado.   O Banco do Brasil encerrou o terceiro trimestre do ano com R$ 342,4 bilhões em ativos totais, ante R$ 281,61 bilhões em setembro de 2006.

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