Marcos Corrêa/PR
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Banco do Brasil vai contratar consultoria para definir destino do banco Votorantim

Segundo o presidente da instituição, a venda é uma possibilidade

Aline Bronzati, O Estado de S.Paulo

14 de fevereiro de 2019 | 14h17

O Banco do Brasil vai contratar uma consultoria para definir o melhor destino para o banco Votorantim, do qual é sócio com a família Ermírio de Moraes, segundo o presidente da instituição, Rubem Novaes. "Ainda não assinamos com a consultoria. Mas não há nada determinado para o Banco Votorantim", disse ele, em coletiva de imprensa, na sede do banco, em São Paulo, sem dar detalhes sobre o futuro do Votorantim.

Novaes afirmou que vender o Votorantim é possibilidade, mas que o BB não tem pressa. Disse ainda que cogita o desinvestimento parcial ou total do banco, mas não interesse em comprar a fatia da família Ermírio de Moraes.

Essa semana, a Coluna do Broadcast antecipou que os sócios do Votorantim consideram o banco apto para abrir capital levando em conta os números do ano passado, quando o banco elevou seu lucro em cerca de 80%, para mais de R$ 1 bilhão ante 2017. A venda total da fatia do BB, de 49,99% do capital votante, ocorreria depois e a família, conforme noticiou a Coluna, também tem interesse em se desfazer do ativo em algum momento.

Sobre a participação do BB no banco Patagônia, Novaes disse que também é passível de desinvestimento, mas ponderou que o momento atual da economia local não é favorável, com as ações das empresas desvalorizadas. Ele disse que é necessário esperar as eleições na Argentina para que os papéis voltem a se valorizar e o ambiente fique mais propício para um desinvestimento. "O Patagônia não tem sinergia com operação do banco", destacou o presidente do BB.

Banco lucra R$ 13,5 bi em 2018

O Banco do Brasil também anunciou nesta quinta-feira, 14, lucro líquido ajustado anual de R$ 13,513 bilhões, incremento de 22,2% na comparação com 2017, quando o resultado alcançou R$ 11,060 bilhões. 

O resultado trimestral do BB, de acordo com a instituição, reflete a queda nos gastos com calotes, as chamadas PDDs (provisões para devedores duvidosos), e crescimento de receitas com prestação de serviços e tarifas.

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