Banco Mundial cita promessa de melhora fiscal

O economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina, Augusto de la Torre, também mencionou a promessa de acerto fiscal formulada pelo Brasil. Poderá haver, segundo ele, uma combinação melhor das políticas fiscal e monetária, mas ainda falta ver como o governo poderá executar essa mudança.

O Estado de S.Paulo

21 de setembro de 2011 | 03h05

A mudança na composição das políticas poderá generalizar-se, de acordo com Olivier Blanchar. Sem entrar em detalhes sobre o caso brasileiro, tarefa deixada para Petya Brooks, ele mencionou a mudança nas condições internacionais a redução das pressões de demanda em vários países. A alteração dependerá das condições de cada país, "mas provavelmente veremos um movimento do aperto para o afrouxamento", disse.

Os emergentes enfrentaram a crise, a partir de 2008, com resultados melhores que os dos países mais desenvolvidos, mas devem preparar-se para novos desafios, segundo a avaliação dos economistas do FMI. Os exportadores de matérias-primas beneficiaram-se dos altos preços no mercado internacional. Além disso, receberam grandes fluxos de capitais estrangeiros e isso reforçou suas contas externas. Apesar dos bons preços das commodities, vários desses países, incluído o Brasil, passaram a acumular déficits na conta corrente do balanço de pagamentos./ R.K.

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