Banco Mundial pede ação imediata do G8 contra crise

O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, exortou o G8, grupo formado por Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, EUA, Reino Unido e Rússia, a tomar medidas imediatas para lidar com a disparada dos preços dos alimentos e dos custos de energia. Alertando que o mundo está "entrando em uma zona de perigo", ele afirmou que mais de 100 milhões de pessoas correm risco de entrar em situação de extrema pobreza. "Peço aos países do G8 para que junto com os principais produtores de petróleo ajam agora para combater essa crise."Segundo ele, o desafio mais imediato é atender à necessidade, no curto prazo, de US$ 10 bilhões para oferecer ajuda de segurança e sementes e fertilizantes para a próxima temporada de plantio.Zoellick também pediu a 26 países exportadores de alimentos que aliviem os embargos à exportação, e afirmou que os Estados Unidos e a União Européia devem considerar a redução de parte de seu suporte a programas de produção de biocombustível. As informações são da Dow Jones.

DEISE VIEIRA, Agencia Estado

02 de julho de 2008 | 13h47

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