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Banco Mundial vê 'ano perigoso' e defende mais recurso do FMI

Em entrevista antes do G-20, Zoellick diz que mudanças na regulação financeira devem focar políticas práticas

Nathália Ferreira, da Agência Estado,

13 de março de 2009 | 10h41

O ano de 2009 está se configurando como "muito perigoso" para a economia mundial e os governos precisam oferecer estímulo fiscal até 2010, afirmou o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick. Em entrevista coletiva antes do encontro de ministros das finanças e presidentes de bancos centrais do G-20, Zoellick disse que as mudanças na regulação financeira devem se concentrar em políticas práticas e não grandes modelos. "2009 está se configurando para ser um ano muito perigoso", disse Zoellick. "Podemos esperar enfrentar diversos desafios."

 

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O G20 representa mais de 80% da economia global e é formado pelas sete nações mais desenvolvidas do mundo - todas as quais estão em recessão ou perto disso - e pelos principais países emergentes do mundo como Brasil, China, Índia e Rússia. 

 

O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, relatou que o encontro de ministros das finanças e presidentes de bancos centrais do G-20 poderá decidir aumentar o financiamento para o Fundo Monetário Internacional e condenar o protecionismo. "Eu acredito que será um sinal positivo se o G-20 apoiar a ampliação dos recursos do FMI", disse Zoellick, em entrevista coletiva antes do encontro. As informações são da Dow Jones.

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