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Bancos definem próprio sistema

Inicialmente, o pagamento pelo modo crediário nas máquinas da Cielo estará disponível somente para cerca de 20 milhões de clientes do Banco do Brasil e do Bradesco. A ideia é, aos poucos, estender o produto para outras instituições.

O Estado de S.Paulo

28 de abril de 2012 | 03h05

A Cielo age apenas como "facilitadora" para a liberação do limite: o valor disponível para cada cliente e as taxas de juros cobradas dependem dos bancos. Ao optar por passar o cartão no modo crediário, o cliente estará usando o limite pré-aprovado que geralmente é informado pelas instituições diretamente no caixa eletrônico e em extratos. Caso o consumidor não saiba o limite que tem, a recomendação é que ele pergunte para o gerente de sua agência bancária.

A Cielo esclarece, no entanto, que as máquinas poderão ser usadas para compras, mas não para saques em espécie. Esse serviço continuará a ser feito diretamente nos bancos.

Como o banco decide a liberação do crédito, BB e Bradesco vão usar sistemas diferentes. O banco público vai criar um cartão específico para o modo crediário, que será distribuído aos clientes, enquanto a instituição privada vai incorporar a opção aos seus cartões múltiplos (que já têm a função débito e crédito).

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