Bancos deixaram de ser 'motores' do crescimento

O Estado de S.Paulo

24 de novembro de 2014 | 02h04

" SRC="/CMS/ICONS/MM.PNG" STYLE="FLOAT: LEFT; MARGIN: 10PX 10PX 10PX 0PX;" CLASS="IMGEMBEDSe há um astro entre os analistas do sistema bancário global, este é Mike Mayo, que tem 25 anos de experiência nos setor. O especialista baseia sua análise em estudos fundamentados em números sobre o setor bancário americano, irritando executivos de bancos como Merrill Lynch e Citibank.

Karl Marx chamava os bancos de "o produto mais artificial" de produção capitalista. Para o economista austríaco Joseph Schumpeter, eles eram garantidores do progresso. Mas as instituições financeiras não realizaram esta função há muito tempo. Antes da crise, os bancos foram os motores da expansão desenfreada da dívida que causou o 'crash' do mercado. Agora, concentrados em reparar os danos causados, inibem a recuperação. "Os bancos já não são os motores de crescimento", afirma Mayo.

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